
1,Por que o todo poderoso não designa tempos para o juízo? Por que os que o conhecem procuram tais dias em vão?
2,Há os que removem os limites, roubam os rebanhos, e os apascentam.
11,Dentro dos seus muros fazem o azeite, pisam os lagares e ainda têm sede.
12,Desde a cidade gemem os homens, e os feridos clamam por socorro. Mas Deus a ninguém acusa de maldade.
13, Estão entre os que se opõem à luz, que não conhecem os seus caminhos, nem permanecem nas suas veredas.
15,Os olhos do adultero aguardam o crepúsculo, dizendo: não me verá olho nenhum, e disfarça o rosto.
17,Para eles a profunda escuridão é a sua manhã, são amigos dos terrores das trevas.
18,Contudo são espumas nas faces das águas; maldita é a sua porção sobre a terra, de modo que ninguém vai às vinhas.
19,Como a secura e o calor desfazem as águas da neve, assim faz a sepultura aos que pecaram.
20, A madre se esquecerá dele, os vermes o comerão gostosamente, nunca mais haverá lembrança dele, e a iniqüidade se quebrará como árvore.
22,Mas Deus arrasta os poderosos com a sua força; embora se levantem , não tem vida segura.
23,Ele pode deixar que descansem num sentimento de segurança, mas seus olhos estão nos caminhos deles.
24, Por um pouco são exaltados, e logo desaparecem; são abatidos e encerrados como todos os outros; são cortados como as pontas das espigas.
25,Se não é assim, quem me desmentirá e reduzirá a nada as minhas palavras?
